5 cuidados para conservar os faróis do veículo

Qual foi a última vez que você regulou os faróis do veículo? Você tem certeza de que eles estão dentro do prazo de sua vida útil? Percebe uma luz amarelada ou aparentemente menos reta? São muitas questões, afinal de contas, os faróis são mais do que um adereço na estética automotiva!

Isso não é à toa — mesmo porque quem não cuida bem dos faróis pode levar uma boa multa! Eles são itens indispensáveis para a direção, que podem impactar muito mais do que se imagina, desde a segurança até o conforto da viagem.

Agora chegou a hora de tirar todas as dúvidas, tintim por tintim. Confira, neste post, se você está por dentro do funcionamento dos faróis ou se está deixando algo passar batido! Continue a leitura!

1. Entenda o funcionamento dos faróis do veículo

Por fora, é simples e bonito: um bom feixe de luz, de preferência, que não ofusque os demais motoristas — com um desenho que valorize o automóvel. Que mistério mais haveria? A começar, os faróis na verdade são peças compostas, que denominam-se conjunto ótico automotivo por isso.

Uma peça única formada de lâmpada, vidro e refletor, o farol consiste geralmente de um filamento que se encandece —  isto é, ilumina feito brasa, assim como as lâmpadas domésticas incandescentes. No caso dos faróis xenon, o gás xenônio que lhe dá nome, se aquece por meio de dois eletrodos, gerando luz. Evidentemente, isso não vale para os faróis LED e Oled, que são compostos de diodo emissor de luz.

Junto à fonte luminosa, o refletor se ocupa de potencializar e direcionar a luz para a frente — em geral, a um globo ótico, que direciona a luz em um facho mais preciso. O vidro, trocado por plástico policarbonato nos novos modelos, tem sua importância: vedar os faróis é essencial, pois poeira e água danificam seriamente a lâmpada.

Agora que você está por dentro dos faróis, é hora de se ligar nas dicas para cuidar bem deles!

2. Fique de olho na regulagem

A regulagem dos faróis é mais importante e complexa do que se imagina. Recomenda-se fazer a cada três meses ou dez mil quilômetros — e deve ser feita por profissionais, que saberão seguir as especificações da fábrica. Colisões leves, buracos e desníveis na pista podem afetá-la. Mas não se preocupe com seu bolso: muitas concessionárias sequer cobram pelo serviço.

3. Sempre confira a vedação

Conforme comentamos, água e poeira assassinam as lâmpadas dos faróis. Por isso, sempre observe se há rachaduras ou brechas no vidro, assim como é comum notar gotas de água se acumulando no local.

4. Evite buracos e acidentes na pista

Além de intensificação no desregulamento dos faróis, pode haver danificações. Isso porque muitos faróis têm peças que se danificam com o choque, como os de filamento de tungstênio. Com isso, o filamento se fragiliza, o que pode fazer o farol queimar.

5. Estacione em lugares sombreados e cobertos

O clima gera dois problemas nos faróis: amarelamento do plástico exterior, o que pode ser resolvido com o polimento; e fragilização e possível queima, principalmente daqueles de filamento — devido à variação de temperatura. É importante evitar lugares úmidos e chuva constante pela chance de infiltração nos faróis.

Os faróis do veículo podem ser bastante complexos, principalmente quando já se queimaram! Por isso, continua sendo mais simples cuidar dos faróis do que remediar um problema — ainda mais uma multa.

Fonte: https://orca.com.br/